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SINOPSE DO LIVRO

Ana Petterson é uma jovem de apenas vinte anos lutando para sobreviver em meio ao caos instalado depois que assassinou seu próprio pai o qual abusava sexualmente dela. Sua luta maior será esquecer o passado para absorver as exigências do presente. Sua vida muda completamente quando seu caminho cruza-se com o da prostituta Ilma Esquiavo.

Marta França, uma mulher de quarenta e poucos anos enfrenta uma dura depressão depois de ter abandonado as crenças religiosas para se casar com João Francisco. Ela se vê dividida entre a família, a religião e a difícil tarefa de perdoar seu marido depois que ele a trai.

Faustino Denegri, um escritor famoso, comete um crime aos doze anos. Por vingança ele mata o irmão recém-nascido afogado numa banheira. Aos sessenta anos ele tem visões e ouve vozes do fantasma do bebê. Atormentado por essas alucinações ainda terá de enfrentar um câncer no cérebro e a tristeza de ir morrendo a cada dia.

No meio de tudo isso está Catharina França, uma mulher que sonha em ser atriz e verá sua vida ser atingida por Ana Petterson, Marta França e Faustino Denegri. Uma trama contundente marcada por encontros e desencontros, onde todos os personagens têm suas vidas entrelaçadas de alguma forma. Uma história de assassinatos e segredos, genialidade e loucura.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sobre meu projeto literário

Retorno ao Pó faz parte de um projeto literário onde venho aliar literatura e psicologia. Utilizo personagens e suas histórias fictícias para falar sobre dramas e conflitos ligados diretamente a existência humana.
Em Retorno ao Pó o tema é a morte e o morrer, o drama do ser humano diante da questão da consciência de finitude.
Postei abaixo as páginas iniciais do meu livro. Começo, na verdade, com a cena do final do livro (prólogo) para só então iniciar a história.
Boa leitura a todos!!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

NÃO DEIXE DE LER

No decorrer da vida se esforce para ler:
1) SERVIDÃO HUMANA, do inglês Willian Somerset Maugham.
Uma odisséia errante marcada pela perseverança e pela luta em conseguir definir um sentido para a própria existência.

2) PAULO E ESTEVÃO, de Chico Xavier, ditado pelo espírito Emanoel.
O cristianismo em sua mais bela narrativa literária.

3) CRIME E CASTIGO, do russo Fiodor Dostoiévski.
Uma história de redenção e procura pelo perdão interior.

4) O SERMÃO DA MONTANHA, de Jesus Cristo. (S. Mateus 5,6 e7).
A maior demonstração de sabedoria colocada em palavras simples e de valor incomparável.

Esses livros são os meus preferidos. Se você é daqueles que gosta de ler, não perca tempo. Se é daqueles que não tem a leitura como um hábito, faça um esforço para que ao longo do tempo você consiga ao menos ler esses títulos. Com essas quatro dicas, você já terá adquirido conhecimento o bastante para toda uma vida.
Mike Sullivan.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

VERDADES INESCAPÁVEIS

O homem está condenado a três verdades inescapáveis:
1 - Fantasiar sobre um futuro incerto;
2 - Procurar, inutilmente, a felicidade como se fosse o pote de ouro no fim do arco-íris; e
3 - Carregar o peso de um passado que o acompanha feito sombra até a morte.

Para pensar: Seja feliz, mas não perca tempo em busca da chamada "felicidade".

Mike Sullivan.

domingo, 20 de setembro de 2009

MAIS UM CASO DE INCESTO

O jornal O GLOBO de sexta-feira (18/09) estampava em suas páginas mais uma triste notícia: um australiano acusado de abusar sexualmente da filha durante 30 anos e ter tido quatro filhos com ela (três nasceram com problemas congênitos e um morreu). Fora a crueldade e brutalidade do acusado o que mais me espantou ao ler a notícia foi o fato da mãe ter declarado nunca ter suspeitado, pois a casa era grande e a filha sempre desconversou sobre a paternidade das crianças. Vocês acham que seria possível um caso de incesto ser encoberto por trinta anos e ninguém suspeitar? É um tanto estranho esse fato... O crime assemelha-se ao do austríaco Josef Fritzl, que estuprou a filha por 24 anos e foi condenado à prisão perpétua.

UMA DEFINIÇÃO AINDA QUE INCOMPREENSÍVEL

Se fosse perguntado, cada um de nós teria uma definição para a morte, ainda que com dissabor e entrave. Conforme a cultura, a fé, as construções e experiências da vida, cada um de nós traz consigo um discurso que torna ao menos plausível o próprio fim. Por isso gosto sempre de dizer que acreditar em algo ajuda e muito nessa descrição. A fé funciona para acolchoar a mente e tornar a morte algo tragável.
Nas minhas palavras: a morte é um cessar de angústias. Angústias essas alimentadas pelo simples fato de existir.
E para citar o grande filósofo e psicanalista Ernest Becker: "É impossível enfrentar sem angústia o terror da condição de indivíduo."
Se for capaz, defina você mesmo.